terça-feira, 30 de outubro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Médium, Mediunidade
O médium é uma pessoa que - através de técnicas apropriadas - abriu «as portas da percepção extra-sensorial». O problema é sempre o mesmo: parece que os poderes ocultos - a vidência é um deles - não se podem exercer senão «graças à» colaboração com entidades pouco recomendáveis. Daí que consultar um médium signifique por esse mesmo facto abrir-se à influências dessas entidades. Se por outro lado se encontar com um médium sem recorrer aos seus «serviços», não correrá nenhum risco: o inimigo não tem nenhum poder sobre nós a não ser que lho concedamos! - Pe. Joseph-Marie Verlinde http://www.final-age.net/forums/viewtopic.php?p=5405&sid=851ebc97d7a416c9b63860fa1c390a73
Ver texto do Pe. Paul-Marie de Mauroy, f. j - La Médiumnité. http://sosparanormal.free.fr/index.php?contenu=fil_rouge
Ver texto do Pe. Paul-Marie de Mauroy, f. j - La Médiumnité. http://sosparanormal.free.fr/index.php?contenu=fil_rouge
Incompatibilidade entre a Maçonaria e a Igreja
A maçonaria e a definição do sentido da História
4. Entre as organizações que protagonizaram esta visão imanente e laicista da história, avulta a importância da Maçonaria que, a partir de meados do século XVII, fez sentir a sua influência em todas as grandes correntes de pensamento e nas principais alterações sócio-políticas. [...]
É uma longa e atribulada história a das relações da Maçonaria com a Igreja durante os últimos três séculos, expressa em ataques, anti-clericalismo, rejeição da dimensão misteriosa da fé e da verdade revelada, a que a Igreja respondeu com várias condenações, com penas de excomunhão para os católicos que aderissem à Maçonaria. É um processo que tem de ser situado nas grandes transformações culturais e sócio-políticas desse período, em que elementos como a compreensão da natureza e legitimidade do poder político, a promoção e defesa da liberdade individual, os processos revolucionários em cadeia e a “questão romana” que pôs fim ao poder temporal dos Papas, foram pontos quentes a alimentar um conflito. Conceitos, então polémicos, como o da liberdade de consciência e de tolerância, são hoje aceites pela própria Igreja, no quadro de sociedades democráticas e pluralistas. A verdadeira reacção à visão do mundo veiculada pela Maçonaria, têm os católicos de encontrá-la na profundidade da sua fé, sobretudo quando a celebram na Eucaristia, como inspiradora da vida e da história, fonte de sentido e fundamento de uma ordem moral. Sem essa coerência de profundidade, cairão em rejeições e anátemas, pelo menos desenquadrados da actual maneira de conceber a missão da Igreja no mundo.
5. A questão crucial, sobre a qual os católicos têm o direito de esperar uma resposta do seu Bispo, é esta: a fé católica e a visão do mundo que ela inspira, são compatíveis com a Maçonaria e a sua visão de Deus, com o fundamento de verdade e de moralidade e o sentido da história que veicula? E a resposta é negativa. Um católico, consciente da sua fé e que celebra a Eucaristia não pode ser mação. E se o for convictamente, não pode celebrar a Eucaristia. E a incompatibilidade reside nas visões inconciliáveis do sentido do homem e da história.
A Maçonaria sempre afirmou, e continua a afirmar, a prioridade absoluta da razão natural como fundamento da verdade, da moralidade e da própria crença em Deus. A Maçonaria não é um ateísmo, pois admite um “deus da razão”. Exclui qualquer revelação sobrenatural, fonte de verdades superiores ao homem, porque têm a sua fonte em Deus, não aceitando a objectividade da verdade que a revelação nos comunica, caindo na relatividade da verdade a que cada razão individual pode chegar, fundamentando aí o seu conceito de tolerância. A Igreja também aceita a tolerância, mas em relação às pessoas e não em relação à objectividade da verdade.
Esta atitude perante Deus e perante a verdade gera uma “sabedoria” global, ou seja, uma visão coerente da realidade, que é incompatível com a visão do homem e da sociedade que brotam da fé cristã, que supõe a inter-acção de Deus e do homem, no diálogo fecundo e apaixonante da natureza e da graça. A Igreja tem o dever de orientar os católicos e é a eles que digo que a nossa fé e o sentido da vida que ela inspira é incompatível com o quadro gnóstico de sentido veiculado pela Maçonaria.
6. Haverá, ainda hoje, uma luta entre a Maçonaria e a Igreja? Não nos termos em que se pôs no passado, embora não devamos ser ingénuos: a Maçonaria, sobretudo em algumas das suas “obediências”, lutará sempre contra valores inspiradores da sociedade que tenham a sua origem na dimensão sobrenatural da nossa fé. Sempre que isso acontecer, demos testemunho da esperança que está em nós (1Pet. 3,15). A expressão de uma visão laicista da sociedade assenta também sobre a falta de coerência dos cristãos com as implicações sociais da fé que professam e da Eucaristia que celebram.»
Extracto da Nota Pastoral “A Páscoa da Eucaristia”, do Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José da Cruz Policarpo, 22 de Janeiro de 2005. http://www.patriarcado-lisboa.pt/documentacao/2005_Quaresma_nota_cardeal_patriarca.htm
O negrito dentro do texto é do autor da postagem.
É uma longa e atribulada história a das relações da Maçonaria com a Igreja durante os últimos três séculos, expressa em ataques, anti-clericalismo, rejeição da dimensão misteriosa da fé e da verdade revelada, a que a Igreja respondeu com várias condenações, com penas de excomunhão para os católicos que aderissem à Maçonaria. É um processo que tem de ser situado nas grandes transformações culturais e sócio-políticas desse período, em que elementos como a compreensão da natureza e legitimidade do poder político, a promoção e defesa da liberdade individual, os processos revolucionários em cadeia e a “questão romana” que pôs fim ao poder temporal dos Papas, foram pontos quentes a alimentar um conflito. Conceitos, então polémicos, como o da liberdade de consciência e de tolerância, são hoje aceites pela própria Igreja, no quadro de sociedades democráticas e pluralistas. A verdadeira reacção à visão do mundo veiculada pela Maçonaria, têm os católicos de encontrá-la na profundidade da sua fé, sobretudo quando a celebram na Eucaristia, como inspiradora da vida e da história, fonte de sentido e fundamento de uma ordem moral. Sem essa coerência de profundidade, cairão em rejeições e anátemas, pelo menos desenquadrados da actual maneira de conceber a missão da Igreja no mundo.
5. A questão crucial, sobre a qual os católicos têm o direito de esperar uma resposta do seu Bispo, é esta: a fé católica e a visão do mundo que ela inspira, são compatíveis com a Maçonaria e a sua visão de Deus, com o fundamento de verdade e de moralidade e o sentido da história que veicula? E a resposta é negativa. Um católico, consciente da sua fé e que celebra a Eucaristia não pode ser mação. E se o for convictamente, não pode celebrar a Eucaristia. E a incompatibilidade reside nas visões inconciliáveis do sentido do homem e da história.
A Maçonaria sempre afirmou, e continua a afirmar, a prioridade absoluta da razão natural como fundamento da verdade, da moralidade e da própria crença em Deus. A Maçonaria não é um ateísmo, pois admite um “deus da razão”. Exclui qualquer revelação sobrenatural, fonte de verdades superiores ao homem, porque têm a sua fonte em Deus, não aceitando a objectividade da verdade que a revelação nos comunica, caindo na relatividade da verdade a que cada razão individual pode chegar, fundamentando aí o seu conceito de tolerância. A Igreja também aceita a tolerância, mas em relação às pessoas e não em relação à objectividade da verdade.
Esta atitude perante Deus e perante a verdade gera uma “sabedoria” global, ou seja, uma visão coerente da realidade, que é incompatível com a visão do homem e da sociedade que brotam da fé cristã, que supõe a inter-acção de Deus e do homem, no diálogo fecundo e apaixonante da natureza e da graça. A Igreja tem o dever de orientar os católicos e é a eles que digo que a nossa fé e o sentido da vida que ela inspira é incompatível com o quadro gnóstico de sentido veiculado pela Maçonaria.
6. Haverá, ainda hoje, uma luta entre a Maçonaria e a Igreja? Não nos termos em que se pôs no passado, embora não devamos ser ingénuos: a Maçonaria, sobretudo em algumas das suas “obediências”, lutará sempre contra valores inspiradores da sociedade que tenham a sua origem na dimensão sobrenatural da nossa fé. Sempre que isso acontecer, demos testemunho da esperança que está em nós (1Pet. 3,15). A expressão de uma visão laicista da sociedade assenta também sobre a falta de coerência dos cristãos com as implicações sociais da fé que professam e da Eucaristia que celebram.»
Extracto da Nota Pastoral “A Páscoa da Eucaristia”, do Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José da Cruz Policarpo, 22 de Janeiro de 2005. http://www.patriarcado-lisboa.pt/documentacao/2005_Quaresma_nota_cardeal_patriarca.htm
O negrito dentro do texto é do autor da postagem.
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Ver:
Santa Sé, Congregação para a Doutrina da Fé -DECLARAÇÃO SOBRE A MAÇONARIA
"Maçonaria: o que diz a Igreja?" http://www.comunidadeshalom.org.br/formacao/seitas/declaracao_maconaria.html ;
"Católico e Maçom, é possível?" http://www.comunidadeshalom.org.br/formacao/seitas/catolico_marcom.html
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O Cristianismo é incompatível com ...
Esoterismo
Esoterismo (del griego esotéros = lo que hay en el interior): designa generalmente un conjunto de conocimientos antiguos y ocultos accesible sólo a grupos de iniciados, que se describen a sí mismos como guardianes de las verdades ocultas a la mayoría de la humanidad. El proceso de iniciación conduce desde un conocimiento de la realidad meramente externo, superficial, hasta la verdad interior y, mediante ese proceso, despierta la conciencia a un nivel más profundo. Las personas son invitadas a emprender este « viaje interior » para descubrir la « chispa divina » que hay dentro de ellas. En este contexto, la salvación coincide con el descubrimiento del yo.
In: Cons. Pontifício da Cultura e Cons. para o D.I R. - Jesucristo portador del agua de la vida. Una reflexión cristiana sobre la “Nueva Era” (=Jesus Cristo portador da água viva. Uma reflexão cristã sobre a "New Age") http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/interelg/documents/rc_pc_interelg_doc_20030203_new-age_sp.htmlNota: Aguardando a publicação on-line da tradução portuguesa deste documento, apresento a tradução espanhola do mesmo. O original é inglês.Edição portuguesa, impressa: Paulinas, Março de 2003.
In: Cons. Pontifício da Cultura e Cons. para o D.I R. - Jesucristo portador del agua de la vida. Una reflexión cristiana sobre la “Nueva Era” (=Jesus Cristo portador da água viva. Uma reflexão cristã sobre a "New Age") http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/interelg/documents/rc_pc_interelg_doc_20030203_new-age_sp.htmlNota: Aguardando a publicação on-line da tradução portuguesa deste documento, apresento a tradução espanhola do mesmo. O original é inglês.Edição portuguesa, impressa: Paulinas, Março de 2003.
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Cristo para a New Age
Cristo: en la Nueva Era, la figura histórica de Jesús no es más que una encarnación de una idea, una energía o un conjunto de vibraciones. Para Alice Bailey, hace falta una gran jornada de súplica, en la que todos los creyentes logren crear una concentración de energía espiritual tal que se produzca una nueva encarnación que revelará a los hombres el modo de salvarse... Para muchos, Jesús no es más que un maestro espiritual que, como Buda, Moisés y Mahoma, u otros, ha sido penetrado por el Cristo cósmico. Al Cristo cósmico también se le conoce como la energía crística presente en cada ser y en el ser total. Los individuos necesitan ser iniciados gradualmente en la conciencia de las características crísticas que tienen. Cristo representa –para la Nueva Era– el estado más elevado de perfección del yo. [Cf. Raúl Berzosa Martínez, Nueva Era y Cristianismo, Madrid (BAC) 1995, p. 214.]
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In: Cons. Pontifício da Cultura e Cons. para o D.I R. - Jesucristo portador del agua de la vida. Una reflexión cristiana sobre la “Nueva Era” (=Jesus Cristo portador da água viva. Uma reflexão cristã sobre a "New Age") http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/interelg/documents/rc_pc_interelg_doc_20030203_new-age_sp.htmlNota: Aguardando a publicação total on-line da tradução portuguesa deste documento, apresento a tradução espanhola do mesmo. O original é inglês. Edição portuguesa total, impressa: Paulinas, Março de 2003.
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In: Cons. Pontifício da Cultura e Cons. para o D.I R. - Jesucristo portador del agua de la vida. Una reflexión cristiana sobre la “Nueva Era” (=Jesus Cristo portador da água viva. Uma reflexão cristã sobre a "New Age") http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/interelg/documents/rc_pc_interelg_doc_20030203_new-age_sp.htmlNota: Aguardando a publicação total on-line da tradução portuguesa deste documento, apresento a tradução espanhola do mesmo. O original é inglês. Edição portuguesa total, impressa: Paulinas, Março de 2003.
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Canalização (Channeling)
Channeling (canalización): los mediums psíquicos sostienen que actúan como canales de información de otros yoes, normalmente entidades incorpóreas que viven en otro plano. Pone en relación a seres tan diversos como maestros excelsos, ángeles, dioses, entidades colectivas, espíritus de la naturaleza y el Yo Superior.
In: Cons. Pontifício da Cultura e Cons. para o D.I R. - Jesucristo portador del agua de la vida. Una reflexión cristiana sobre la “Nueva Era” (=Jesus Cristo portador da água viva. Uma reflexão cristã sobre a "New Age") http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/interelg/documents/rc_pc_interelg_doc_20030203_new-age_sp.html
Nota: Aguardando a publicação on-line da tradução portuguesa deste documento, apresento a tradução espanhola do mesmo. O original é inglês.
Edição portuguesa, impressa: Paulinas, Março de 2003.
Ver: "Novas crenças nos fenômenos religiosos e na magia"
http://www.comunidadeshalom.org.br/formacao/seitas/novas_crencas_nos_fenomenos.html
In: Cons. Pontifício da Cultura e Cons. para o D.I R. - Jesucristo portador del agua de la vida. Una reflexión cristiana sobre la “Nueva Era” (=Jesus Cristo portador da água viva. Uma reflexão cristã sobre a "New Age") http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/interelg/documents/rc_pc_interelg_doc_20030203_new-age_sp.html
Nota: Aguardando a publicação on-line da tradução portuguesa deste documento, apresento a tradução espanhola do mesmo. O original é inglês.
Edição portuguesa, impressa: Paulinas, Março de 2003.
Ver: "Novas crenças nos fenômenos religiosos e na magia"
http://www.comunidadeshalom.org.br/formacao/seitas/novas_crencas_nos_fenomenos.html
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Espiritismo
Espiritismo: si bien siempre ha habido intentos de establecer contacto con los espíritus de los muertos, se considera que el espiritismo del siglo XIX es una de las corrientes que desembocan en la Nueva Era. Se desarrolló en el ambiente de las ideas de Swedenborg y Mesmer, y llegó a convertirse en una nueva religión. Madame Blavatsky era una médium, por lo que el espiritismo ejerció gran influjo en la Sociedad Teosófica, aunque en este caso el acento recaía en el contacto con entidades del pasado remoto más que con personas que habían muerto recientemente. Allan Kardec influyó en la difusión del espiritismo en las religiones afro-brasileñas. En algunos nuevos movimientos religiosos de Japón se dan también elementos espiritistas.
In: Cons. Pontifício da Cultura e Cons. para o D.I R. - Jesucristo portador del agua de la vida. Una reflexión cristiana sobre la “Nueva Era” (=Jesus Cristo portador da água viva. Uma reflexão cristã sobre a "New Age") http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/interelg/documents/rc_pc_interelg_doc_20030203_new-age_sp.html
Nota: Aguardando a publicação on-line da tradução portuguesa deste documento, apresento a tradução espanhola do mesmo. O original é inglês.
Edição portuguesa, impressa: Paulinas, Março de 2003.
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Ver: "Católico e Espírita, é possível?" http://www.comunidadeshalom.org.br/formacao/seitas/catolico_espirita.html
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